Como comenta o urologista Lawrence Aseba Tipo, a Doença de Peyronie, também conhecida popularmente como pênis torto, é uma condição que merece atenção médica por seus impactos físicos e emocionais. Essa alteração pode comprometer a função sexual, causar dor e até gerar insegurança nos relacionamentos.
Contudo, por ser pouco discutida, muitos homens demoram a procurar ajuda, o que pode agravar os sintomas. Portanto, entender a doença e conhecer os métodos de tratamento é essencial para preservar a saúde sexual e a qualidade de vida. Pensando nisso, continue a leitura e descubra como identificar e tratar essa condição.
O que é a Doença de Peyronie? Entenda com Lawrence Aseba Tipo
A Doença de Peyronie é caracterizada pelo desenvolvimento de placas fibrosas no tecido peniano, que resultam em uma curvatura anormal durante a ereção. Conforme destaca Lawrence Aseba Tipo, médico cirurgião urologista e professor da residência médica de Urologia do Hospital Estadual de Vila Alpina, essa curvatura pode variar de intensidade e, em casos mais severos, causar dor intensa e dificuldade para a penetração.

Assim sendo, o problema não está ligado apenas ao aspecto estético. Trata-se de uma condição que pode limitar a vida sexual e gerar sofrimento psicológico. Inclusive, quando não diagnosticada a tempo, pode evoluir para graus mais avançados, exigindo intervenções cirúrgicas.
Quais são as causas e os fatores de risco?
A origem da Doença de Peyronie ainda não é completamente esclarecida, mas acredita-se que esteja relacionada a microtraumas no pênis durante a relação sexual. Há também influência genética e associação com outras doenças, como diabetes e hipertensão. Outro ponto importante, de acordo com Lawrence Aseba, é que essa condição costuma se manifestar em homens entre 40 e 60 anos, embora possa ocorrer em idades mais jovens. Isto posto, o acompanhamento precoce com um urologista é essencial para evitar complicações.
Quais são os tratamentos disponíveis para a Doença de Peyronie?
O tratamento da Doença de Peyronie varia conforme a fase e a gravidade do quadro. Em estágios iniciais, podem ser indicados medicamentos orais, injeções intralesionais e terapias que visam reduzir a dor e a inflamação. Já em fases mais avançadas, a cirurgia pode ser necessária para corrigir a curvatura.
O médico urologista Lawrence Aseba enfatiza que cada caso deve ser avaliado individualmente, respeitando as necessidades e condições do paciente. Tendo isso em vista, a decisão médica envolve fatores clínicos, emocionais e funcionais, buscando a melhor qualidade de vida possível. Aliás, o urologista Lawrence Aseba Tipo tem colaborado com avanços nos processos hospitalares, ampliando a eficiência e a qualidade dos serviços prestados no SUS.
Quais são os principais impactos dessa condição?
Segundo Lawrence Aseba, a Doença de Peyronie não afeta apenas a saúde física. Os impactos emocionais são significativos, já que a dificuldade sexual pode comprometer relacionamentos e gerar frustração. Inclusive, esse é um dos pontos que reforçam a importância do diagnóstico precoce e do suporte psicológico quando necessário. Dessa forma, a atuação conjunta entre médico e paciente é essencial para enfrentar as limitações da doença, garantindo maior segurança durante o tratamento.
O tratamento é, sim, possível e pode garantir mais qualidade de vida
Em última análise, a Doença de Peyronie pode ser desafiadora, mas não precisa comprometer definitivamente a vida sexual ou emocional do paciente. Dessa forma, com diagnóstico precoce, acompanhamento especializado e, quando necessário, intervenção cirúrgica, é possível alcançar resultados satisfatórios. Assim sendo, o papel do urologista é central nesse processo, trazendo segurança e orientação adequadas. Portanto, a informação e a busca por ajuda médica são passos fundamentais para superar os obstáculos dessa condição e garantir mais qualidade de vida.
Autor: Decad Latyr